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PIRQUE: VISITA À CONCHA Y TORO

Eduardo Henrique Ferin da Cunha

Mtb nº 0081757/SP

 

Viagem realizada em Dez/14

Matéria publicada em 15/03/2018

 

ETalvez a vinícola Concha y Toro seja mais famosa que a própria cidade de Pirque. E os motivos são óbvios: a vinícola oferece um excelente roteiro de enoturismo em suas dependências! Pirque fica a uma distância de 40 minutos da Capital, Santiago e logo na entrada você começa a entrar no clima da vinícola.

 

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Entrada da Concha y Toro

Crédito: Eduardo Henrique Ferin da Cunha

 

 

Recebido em grupos pequenos, um guia especializado inicia o tour primeiramente pela casa do fundador Don Melchor. A seguir passa pela área onde são armazenados os vinhos da bodega, onde você conhece todo o processo de produção e armazenamento dos vinhos.

 

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As bodegas

Crédito: Eduardo Henrique Ferin da Cunha

 

 

Uma das áreas de guarda mais famosa é o  ”Casillero del Diablo”. Conta a lenda que há mais de 100 anos, Don Melchor de Concha y Toro reservou uma parte de seus melhores vinhos que produzia. Para afastar toda pessoa estranha desse local de guarda tão especial, ele comentou que aquele lugar era habitado pelo Diabo. Assim, surgiu o nome: Casillero Del Diablo. É o mais especial dos vinhos chilenos, mais tradicional, tanto o rótulo quando a uva.

 

 

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A entrada do Casillero

Crédito: Eduardo Henrique Ferin da Cunha

 

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El Diablo

Crédito: Eduardo Henrique Ferin da Cunha

 

Outra parte da visitação, muito interessante são os vinhedos, com as parreiras demonstrando com vários tipos de uvas plantadas na propriedade. O grande destaque é a uva Carmenère, a uva emblemática do Chile. Essa variedade é conhecida como “a uva perdida de Bordeaux”. Aliás, Carmenère era parte do corte dos vinhos de Bordeaux, muito antes da Cabernet Sauvignon, que apareceu somente no século 18, e da Merlot, surgida no século 19. Após a praga da filoxera, quando todas as vinhas europeias precisaram ser replantadas, essa uva foi dada como extinta, mas, felizmente, a Carmenère foi redescoberta no Chile, em 1994, para onde havia sido levada em meados de 1800, junto com outras variedades francesas.  Nesse tempo em que ficou obscura no Chile, foi confundida com a Merlot, tendo sido chamada de “Merlot Chilena”. Muito do que foi engarrafado, no Chile, como um estilo particularmente picante de Merlot, antes de 1994, possivelmente continha um pouco de Carmenère.

 

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Parreiras da Carmenère

Crédito: Eduardo Henrique Ferin da Cunha

 

Para finalizar a visita, você participa de degustação de vinhos branco, tinto e rosè e ainda ganha uma taça personalizada da Concha y Toro para levar para casa. Ao final, você ainda visita a loja da fábrica e pode comprar os produtos da Concha y Toro e também produtos exclusivos Casillero del Diablo.

 

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Degustação

Crédito: Eduardo Henrique Ferin da Cunha

 

A visita vale a pena. Para mais informações sobre a visita, acesse:

http://www.conchaytoro.com/tour-wine-experience/tipos-de-tour/tour-tradicional/