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VATICANO: A SEDE DO CATOLICISMO

Eduardo Henrique Ferin da Cunha

Mtb nº 0081757/SP

Diz a lenda que “se for à Roma tem que ir ver o papa” o roteiro do dia era o Vaticano, o menor país do mundo e sede da Igreja Católica Apostólica Romana. O Vaticano é, oficialmente uma cidade Estado soberana encravado dentro da cidade Roma, com aproximadamente 0,44km² e cerca de 800 habitantes.

 

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A cidade-Estado do Vaticano visto do alto da cúpula

Crédito: Eduardo Henrique Ferin da Cunha

 

Logo pela manhã, após o nosso café da manhã no hotel, fomos à estação de metrô Termini e seguimos para o Vaticano. A estação de parada que fica mais próxima da basílica é a Ottaviano. Nesse dia, o metrô estava muito lotado devido a uma manifestação e depois de três trens passarem, conseguimos entrar espremidos no quarto trem e seguimos para a basílica.

 

Ao chegar no Vaticano já paramos para comprar alguns souvenirs e finalmente chegamos à fila de entrada para a Basílica. Não estava muito cheia, pois ainda eram 9h da manhã e assim que passamos pelo detector de metais (a segurança é muito rigorosa, não só no Vaticano, mas em toda Itália), chegamos à Basílica de São Pedro. Fizemos algumas fotos no exterior e adentramos.

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A Basílica de São Pedro

Crédito: Um chinês qualquer

 

Aline ficou maravilhada e emocionada em estar na Basílica de São Pedro. Observamos a arquitetura do seu interior, os vários túmulos dos antigos papas que estão enterrados na própria basílica e vimos ao fundo o papa. Estava um pouco longe, mas percebemos que era ele, quando a sua guarda oficial – a guarda suiza – entraram e se postaram de forma a protegê-lo. Ficamos aguardando uma quebra de protocolo do Papa Francisco, mas isso não aconteceu e decidimos sair da basílica. Resolvemos subir na cúpula e para minimizar os esforços, fomos de elevador. A escadaria tem um total de 551 degraus e com o elevador ganhamos um pouco de fôlego para subir os 320 restantes, com uma dificuldade ainda maior, pois ele estreitava à medida que subíamos e alcançávamos o topo, mas enfim chegamos e pudemos avistar todo o Vaticano e a Praça de São Pedro e os jardins do Vaticano.

 

 

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O interior da Basílica de São Pedro

Crédito: Eduardo Henrique Ferin da Cunha

 

Após retornamos da cúpula, fomos aos museus do Vaticano, que apesar de ser somente uma entrada, o local é composto de vários museus: Cortille della Pigna, Museo Chiaramonti, Braccio Nuovo, Museo Gregoriano Egizio, Museo Pio Clementino, Museo Gregoriano Etrusco, Galleria dei Candelabri, Galleria degli Arazzi, Gallerie degli Carte Geografiche, Stanze di Rafaello, Appartamento Borgia, Colezzione Arte Contemporanea, a famosa Capela Sistina, que infelizmente não era permitido fotografar. Seguindo o caminho, ainda tinha a Pinacoteca, Museo Pio Cristiano, Museo Gregoriano Profano, Padiglione delle Carroze, Museo Missionario Etnologico e Museo Filatelico Numismatico. Todos são fantásticos e percebe-se uma grande riqueza da igreja Católica, além da preservação de todo o patrimônio da humanidade.

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A entrada dos museus do Vaticano

Crédito: Eduardo Henrique Ferin da Cunha

 

 

Ao sairmos dos museus do Vaticano, paramos para almoçar em um restaurante local. A pedida foi uma pizza quattro formaggio (quatro queijos) uma Coca Cola e uma birra alla spina (chopp).

 

O tempo ideal para conhecer o Vaticano é um dia inteiro, entretanto conseguimos fazer em meio período pois fomos bem cedo, pegamos pouca fila, tanto na Basílica quanto nos museus e não era alta temporada.